Lúpus e Companhia

Lúpus e a pele

Publicado por: lupusecompanhia em: 11/09/2009

Encontrei no site dermatologia.net algumas coisas sobre o Lúpus cutâneo:

“Uma característica importante é a fotossensibilidade. A luz solar pode provocar o surgimento ou agravar as lesões cutâneas, que situam-se principalmente nas áreas da pele expostas ao sol. Outro factor que pode desencadear o surgimento da doença é o stress emocional intenso.

Existem formas diferentes da doença. Uma delas afecta somente a pele e é conhecida como LE cutâneo discóide ou LE crônico. Outra forma, mais grave, é o LE sistémico ou agudo, na qual ocorre o acometimento da pele e de órgãos internos.

Na pele, formam-se lesões planas, de cor avermelhada, rósea ou violácea. Apresentam descamação, pequenos vasos sanguíneos dilatados na superfície e podem ter as bordas mais escuras. As lesões mais antigas podem levar à atrofia cutânea, deixando cicatrizes com perda da cor da pele e dos pêlos.

Situam-se com maior frequência nas regiões da pele expostas à luz solar, principalmente na face. Quando ocupam as regiões malares (maçãs da face) e o nariz, podem adquirir um formato de “asa de borboleta”, característico da doença (foto abaixo).

Outras localizações habituais são as orelhas, os lábios e o couro cabeludo, onde podem provocar queda dos cabelos de forma definitiva (alopécia cicatricial). Com menor frequência, ocorrem no tórax (colo ou V do decote), ombros, antebraços e mãos.

Tratamento

O tratamento visa interromper a auto-agressão causada pelos anticorpos, diminuindo a inflamação. Por ser uma doença que pode afectar vários órgãos, algumas vezes é necessário o acompanhamento do paciente por vários especialistas, como dermatologista, reumatologista, nefrologista, hematologista e neurologista.

É importante proteger-se da luz solar, evitando sair ao sol e usando filtros solares com alto factor de proteção.  As lesões de pele podem ser tratadas com medicação de uso tópico, sob a forma de cremes, pomadas e loções capilares.

Nos casos com lesões cutâneas mais acentuadas ou com acometimento de órgãos internos, são empregados medicamentos por via oral, para combater a inflamação. Estes remédios podem provocar efeitos colaterais importantes e devem ser rigorosamente acompanhados pelo médico”.

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Falta de molécula pode explicar a origem do Lúpus

Publicado por: lupusecompanhia em: 10/23/2009

Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, traz uma nova esperança para o tratamento do Lúpus. Os cientistas dizem que “macrófagos que não contenham a PPAR-delta estão na origem das doenças autoimunes”, daí que “medicamentos que activem a molécula em causa poderão ser eficazes contra o lúpus”.

Os investigadores descobriram de que forma é que as células do sistema imunitário detectam as células mortas, para posteriormente eliminá-las. “Quisemos saber se a eliminação da molécula PPAR-delta dos macrófagos é suficiente para provocar uma doença autoimune” explicou Ajay Chawla, co-autor do estudo.

Actualmente, existem medicamentos que activam a molécula em causa, essencial para a identificação das células mortas. Poderão, assim, aplicar-se novos fármacos no tratamento do Lúpus.

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Apresentação

Publicado por: lupusecompanhia em: 10/19/2009

Este é um blog dedicado às pessoas que convivem diariamente com o Lúpus, doentes, familiares ou amigos, mas de cabeça erguida, porque se nos fixarmos no chão, depressa somos arrastados por ele. Se olharmos em frente, vemos sempre a luz, mesmo que seja apenas a do nosso candeeiro.

Pretendo, com este blog, homenagear todas as pessoas de espírito positivo. Pessoas que sofrem imenso mas não desistem de ser felizes e deixando-se contagiar facilmente por um sorriso. Ao optimismo!

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